
Nessas horas que percebo a quão distraída posso ser. Eu tava animada conversando com a Soubi e preparando esse post até perceber que já eram 14:40 e que eu tinha marcado de sair com os meninos às 15. Tudo bem, eu tava relativamente adiantada,
se meus pais ainda estivessem com o carro, mas como não era esse o caso, eu tive que me arrumar rápido e correr pra pegar o ônibus, só que quando eu cheguei em um dos pontos da Praia, eu tava distraída e não notei que estava no ponto errado – o ônibus só passava do outro lado da avenida. Assim como me distraí de novo no ônibus e quase deixo passar o lugar aonde queria descer, e tava tão distraída ouvindo música que também não notei meu amigo sentado na frente da loja e liguei pra ele – reparem que eu tava quase do lado dele.
By the way, agora que descontei minha frustração, vamos ao post :3 Eu estou com quatro WIPS de presentes aqui
que precisam de críticas, sério.
Presente pra
Gabi, não reparem... er... em nada, o rosto ta horrível mesmo D: Era ra ser um anjo, mas enfim.
Presente pro
Sha :3 Porquê eu tinha reparado que nunca tinha feito nenhum desenho pra ele. Eu sei que não parece o natsuo e que as cores não tão iguais, asim como ta todo deformado, mas... ;_;
Presente pra
Haru, pro aniversário dela. Tentativa fail de Edward + perspectiva. E foi nesse desenho que eu reparei que eu nunca tinha sombreado branco de verdade.
Presente pra
Belle. Tentativa fail² de Mikael. É só o rascunho – feito porcamente na aula. Pretendo arte-finalizar, pintar com lápis de cor e tal~
Em breve terão mais, afinal, sempre tem uma época em que eu reparo no quão importante são as pessoas pra mim e começo a desenhar pra elas. Inclusive to com um projeto de Grindewald x Dumbledore pra alguém, mas ta não-canon demais que eu não sei se é aceitável.
P.S.: Fingindo que ta tudo bem, desejo Feliz aniversário (adiantado) pra Haru, a única pessoa que aguenta minhas piadas de humor distorcido na semana do próprio aniversário. E a única que aceita fazer uma aposta daquele tipo comigo. Momento cliché: Muitos anos de vida. Continue sendo a pessoa que você é e tal e e e te adoro e tal². (que beigo.)
P.S.²: Eu precisava falar novamente para aquela pessoa que eu espero que tudo fique bem, e que pode contar comigo pra tudo, mesmo que nas piores horas tudo que eu faça é desejar que ela melhore.
P.S.³: Lembrem-me de nunca mais andar com meus mary janes antigos sem meia. Meu calcanhar ta todo cortado agora.
Prólogo
VIOLACEUS
Prólogo [Abditae causae]
O vento assoviava ao passar pela pequena fresta da janela - que fora aberta com muito esforço no verão, numa tentativa falha de amenizar o calor naquele quarto de temperaturas extremas. Encolhi-me, tremendo de frio e tentando dispersar meus pensamentos, que insistiam em me deixar acordado.
Logo o assovio fora fácil de esquecer, já que fora encoberto por gritos. Novamente, aqueles gritos. Tão agonizantes e altos que chegavam a me apertar o coração e faziam com que minha garganta embargasse, como se eu também pudesse sentir o sofrimento de quem os proferia.
Quase automaticamente me levantei, minha infeliz curiosidade e meu desespero por ajudar falando mais alto que meu cansaço. Levantei-me tão rapidamente quanto conseguia, e segui pelo enorme corredor, tropeçando em meus pés, zonzo de sono. Em pouco tempo os gritos foram se esmaecendo - por mais que eu soubesse que estava me aproximando de onde queria chegar - e foram substituídos por soluços, vindos do enorme portal que dava para uma sala mal-iluminada pela luz do luar.
- Por favor! Eu preciso ir, eu não posso mais ficar aqui, por favor... - Aquela voz... Era de Joseph, tão fraca e doentia como nunca antes eu a ouvira. Ao adentrar no cômodo, pude ver um homem de cabelos avermelhados o segurando com demasiada força. Joseph estava machucado, com as roupas surradas e largas demais para o corpo magro - cuja pele fina grudava nos ossos. Aquela visão me agonizou, e pude sentir minha garganta se fechar. Nunca o vira tão frágil assim, nunca.
- Solte! Não vê que está machucando-o? - soltei para o homem que o segurava. Ele se virou pra mim, os olhos verdes, geralmente frios, agora raivosos. Apesar da minha visão embaçada pelas lágrimas que estavam por vir, pude reconhecê-lo com facilidade: Era Edward.
Pude sentir meu desespero ser encoberto por ódio. Apenas aquele homem poderia fazer aquilo com alguém naquele estado. Queria berrar com ele e quando era tarde demais, vi que o tinha feito.
“Saia daqui!” sibilou em resposta, por um momento pude notar que sua raiva crescera e estava ali, junto ao ódio. Instintivamente, dei um passo para trás, mas não saí do quarto, sem conseguir tirar os olhos do senhor, que agora voltara a chorar baixinho, falando palavras incompreensíveis.
- ISAIAH! - ele berrou furioso por não tê-lo obedecido, fazendo Joseph se encolher, com medo do que estava por vir. Quando percebi, Isaiah estava ao meu lado, parecendo maior do que da última vez que o vira. Não tive muito tempo para pensar, agilmente ele me pegou, me arrastando pelo pulso, sem se incomodar de derrubar quem estava no caminho e me fazer bater contra as paredes e pilares da mansão.
-Que isso não se repita. – falou Isaiah, a voz gutural saindo de modo estranho para meus ouvidos. Olhei-o e ele me jogou contra algo, me assustando. – Não tenho tempo para isso – me indicou com repulsa- Louis, cuide dele.
Nada mais, além do breu, consegui ver depois que a porta fora fechada com força. Agora podia sentir: eu fora jogado contra ele. Pude sentir um pouco de esperança.
-Louis! – Abracei-o, mesmo sabendo que sua reação seria nada além de apertar o maxilar, intolerante. – Onde estava?
-Resolvendo uns problemas – pude ver fracamente seus dentes alvos no escuro. Estava sorrindo - e eu sentia tanta falta daquele sorriso, mesmo que agora me fosse quase invisível. “Mas o que foi que aconteceu? Por que Isaiah te trouxe?” Ele sussurrou, parecendo preocupado.
-Edward, de novo. Ele está... – Minha felicidade momentânea se fora ao me lembrar daquela cena. Mordi meu lábio. Eu não podia chorar. - Joseph parecia tão mal! – acabei por soluçar e sentir as lágrimas escorrerem “Droga.”. Sentei-me ali mesmo, no chão, limpando as lágrimas pateticamente e sendo ajudado por Louis, acariciando minha bochecha com seus dedos gélidos.
- Vai ficar tudo bem – ele sussurrou de forma tão doce que não pareceu se encaixar em sua voz, me fazendo sorrir fracamente. – Deixe isso comigo. – Não o senti levantar, não ouvi seus passos, mas percebi que ele havia ido quando vi sua silhueta contra a luz que adentrava o quarto pela porta que agora estava aberta. Senti novamente o nó na garganta e as lágrimas e me encolhi, esperando que ele voltasse. “Vai dar tudo certo” pensei, querendo que aquilo fosse verdade.
Mais outro.
06:51PM - Saturday, April 18th, 2009 //
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É, mais um blog. E finalmente, um completamente terminado e
simples, que eu me diverti fazendo. O desenho foi feito durante a aula, editado em 5 minutos no photoshop, a codificação foi fácil de fazer, enfim, foi bom :3 Agora, pra quê que eu fiz isso? A muito tempo tava querendo ter um sketch blog, mesmo. Mas acho que no fim vai ser como um blog “normal” + sketch blog, porque não sou de ferro.
Vou ser chiclê e contar do meu dia:
Foi legalzinho, hoje fui assistir
“Quem quer ser um milionário”, o filme é bom, gostei da história. E o ator que faz um dos policiais me lembrou
muito meu professor de literatura,
Ovandro Evandro.
Não, não pretendo fazer nenhuma análise crítica do filme ou algo assim, só digo é um bom filme e que recomendo x3
Acho que dava pra ter me divertido mais no shopping, mas o único dinheiro que eu tinha era o da passagem.O resto do dia? Pc, computador, Pc, computador. Como sempre. To tendo conversas boas e longas ultimamente com a maioria dos meus amigos, e isso me deixa feliz <3
Não tenho mais o que escrever, porquê meus dias maisoumenos só se baseiam em fatos por interessantes, então, vou deixar um
WIP, porquê
preciso de críticas urgentemente: